Amor…

Amor...

A questão é a seguinte, quando se trata de amor não passo de um leigo, não passo de um qualquer, quando se trata do amor sou apenas mais um, não sei o que amar, já achei que amava e apenas gostava, já achei que gostava e acho que na verdade eu amava.
Acho digna e válida toda a forma de amor, não importa se é deste ou daquele jeito, se é gay ou se é hetero, não importa desde que seja amor a forma é ainda válida.
A questão não é se amo ou deixo de amar a verdade é que o importante é amar, e talvez depois até desamar, as vezes as pessoas simplesmente esquecem o que é o amor. A maldita despreocupação com aquilo que machuca, prefiro enferrujar meu coração e transbordar de ódio à amar alguém, certas vezes é bem isso mesmo que eu sinto, ou sentia, não sei bem, a verdade é que amar, amar mesmo nunca soube se amei, já vivi intensas paixões.
A verdade absoluta é que por mais que eu tente, por mais que eu sinta, por mais que eu apaixone eu não sei o que ser, o que fazer, não passo de um poço de confusões, não passo de um emaranhado de entranhas com um pouco de sentimento, um emaranhado de ligações, um emaranhado de pulsos elétricos, um monte de frio na barriga, um intenso sim e não, um supremo medo, um intenso mar de sentimentos, a questão que eu nunca resolverei, o PHD que eu nunca terei com toda a certeza do mundo será no amor…

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